Clínica Psicodramática

um blog dedicado à psicologia e ao psicodrama

TEATRO COM ADOLESCENTES -SEMEC 26 26UTC junho 26UTC 2011

Grupo de Adolescentes.Este trabalho foi construído  no NAE(Núcleo de Arte e Educação)-SEMEC- Niterói-1996 sob minha direção.

Trata-se da apresentação da Perfomance “BECO DOS EXCLUÍDOS”, no auditório da FME(Fundação Municipal de Educação de Niterói).

Os personagens apresentados foram criados a partir do desejo de cada adolescente .Puderam expressar suas emoções através de um clima lúdico e não censurado.Nestas cena obervamos alguns personagens: como o “louco”, a prostituta, o bandido, a população em situação de rua, etc…

Adolescentes e jovens têm no Psicodrama um espaço de fala que, na maioria das vezes, inexiste na escola e na sua vida. O palco psicodramático é um território livre onde qualquer idéia, tempo ou personalidade pode ser exposta sem acarretar punições comuns na vida real por conta do distanciamento que a ficção proporciona. Essa situação é fundamental para o desenvolvimento de uma reflexão crítica, e contribui para satisfazer a busca de experiências característica da adolescência.

O objetivo deste trabalho, é a de que estas situações  sejam “olhadas ” pela sociedade sem preconceitos , que nos façam pensar sobre as condições que  estas pessoas vivem. Pensamos nesta Perfomance, não só como a possibilidade de transmitir uma mensagem de Amor a todo o ser Humano que se encontra em situação de Exclusão, como também no desejo de contribuir para transformar a sociedade em que vivemos  num lugar mais justo e igual para todos.

 

GRUPO DE ADOLESCENTES 19 19UTC maio 19UTC 2011

 

DESAFIO AOS EDUCADORES 11 11UTC abril 11UTC 2011

Filed under: Uncategorized — jairacoutinho @ 11:02 pm

Um famoso filósofo alemão do século 19, Frederico Nietzsche, tece uma crítica radical à civilização ocidental, dizendo que ela educa os homens para desenvolverem apenas o instinto da tartaruga.

O que quer dizer isso? A tartaruga é o animal que, diante do perigo, de surpresa, recolhe a cabeça para dentro de sua casca. Anula assim todos os seus sentidos e esconde, também na casca, os membros, tentando proteger-se contra o desconhecido. Este é o instinto da tartaruga: defender-se, fechar-se ao mundo, recolher-se para dentro de si mesma e, em conseqüência, nada ver, nada sentir, nada ouvir, nada ameaçar.

Formar boas tartarugas parece ter sido o objetivo dos processos educacionais e políticos de educação desenvolvidos no mundo ocidental nos últimos anos. Temos educado os homens para aprenderem a se defender contra todas as ameaças externas, sendo apenas reativos.

Ensinamos o espírito da covardia e do medo.

Precisamos assumir o desafio de educar o homem para desenvolver o instituto da águia. A águia é o animal que voa acima das montanhas, que desenvolve seus sentidos e habilidades, que aguça ouvidos, olhos e competência para ultrapassar os perigos, alçando vôo acima deles. É capaz, também, de afiar as suas garras ara atacar o inimigo, no momento que julgar mais oportuno.

As nossas escolas têm procurado fazer com que nossas crianças se recolham para dentro de si e percam a agressividade – o instinto próprio do homem corajoso, capaz de vencer o perigo que se lhe apresente.

Temos criado, neste país, uma geração-tartaruga, uma geração medrosa, recolhida para dentro de si. E estamos todos impregnados por esse espírito de tartaruga. Não temos coragem para contestar nossos dirigentes, para nos opor às suas propostas e criar soluções alternativas. Agimos apenas de maneira reativa, negativa, covarde.

Temos ensinado às nossas crianças que os nossos instintos são pecaminosos. A parte mais rica do indivíduo, que é a sua sensibilidade – sua capacidade de amar e de odiar, sua capacidade de se relacionar de maneira erótica com o mundo -, tem sido desprezada. Temos ensinado o homem a ser obediente, servil, pacífico, incompetente e depositar todas as suas esperanças num poder maior ou no fim das tempestades.

Quando ensinamos aos nossos alunos que eles não precisam se esconder diante das ameaças, porque todos nós temos capacidade de alçar vôo às alturas, ultrapassando as nuvens carregadas de tempestades e perigo? Temos ensinado às nossas crianças a se arrastar como vermes, e porque se arrastam como vermes, elas se tornam incapazes de reclamar se lhes pisam na cabeça.

O que desejamos afinal, desenvolver em nós mesmos e nos jovens? O instinto da tartaruga ou o espírito das águias?

(*) RODRIGUES, Neidon,Desafio aos educadores.In:Lições do príncipe e outras lições- 3ª edição.       São Paulo, Cortez,1984,p.67-111

 

PARE DE PLANTAR ERVAS DANINHAS EM SEU JARDIM 6 06UTC dezembro 06UTC 2010

Filed under: Textos — jairacoutinho @ 4:14 pm
Tags: , , , , , , , ,

PARE DE PLANTAR ERVAS DANINHAS EM SUA VIDA!
(De PATRÍCIA Gebrim)

Eu não sei se você já reparou, mas às vezes parece que todo mundo ao nosso redor começa a enxergar tudo cinza. De repente, reclamar da vida virou senso comum. As
pessoas reclamam do trânsito, da correria, da crise, do tempo, de tudo. E se não percebemos, acabamos entrando para o time, colaborando para expandir ainda mais
essa onda sombria que vai cobrindo nossas cabeças, nublando a luz do sol.

Não se trata de fingir que as coisas não acontecem, mas de que adianta ficar reproduzindo essa visão negativa do mundo, como se fôssemos um gravador malassombrado
recriando o arrastar de correntes fantasmagóricas por onde quer que passemos?

As nossas palavras e os nossos pensamentos são como sementes. A partir do momento em que os trazemos para fora, semeamos o terreno ao nosso redor. Num primeiro
momento,
as sementes ficam lá quietas, como se estivessem mortas, como
se não tivessem vida própria. Mas elas têm. Na medida em que as continuamos alimentando, elas crescem, ficam cada vez mais fortes, frutificam e povoam nossa vida.

Preste muita atenção ao que você tem plantado ao seu redor, pois será com isso que você terá que conviver num futuro breve, bem como as pessoas que vivem perto
de
você.

Não parece difícil entender que uma pessoa que tem uma visão negativa de tudo acaba plantando um jardim sombrio ao seu redor. Nele florescem horrendas trepadeiras
de tristeza, plantas rasteiras cheias de desânimo, vários tipos de ervas daninhas: inveja, ódio, ressentimento.

E pior… o triste jardim, uma vez criado por nós, ganha vida própria. Pragas proliferam, espinhos surgem e ele vai se tornando cada vez mais intransponível à medida
que as plantas carnívoras ganham força e se alimentam de qualquer possibilidade de otimismo que ouse se aproximar. Assim, perpetuamos em nossa vida essa visão sombria
do mundo, sem nos dar conta do quanto colaboramos para sua criação.

Não importa o que digam as pessoas ao seu redor, assuma a responsabilidade pelo seu jardim. Arranque, corajosamente, as ervas daninhas. Prefira o vazio fértil de
uma terra virgem a essa profusão de negatividades à sua volta. Escolha o que quer perto de você, rodeie-se de beleza. Ela nos reconecta à leveza fluida da nossa
alma, nos dá asas de borboleta, enfeita nosso jardim. Escolha belas palavras e bons pensamentos, cada um deles será como sementes de flores lançadas sobre a terra
ao seu redor. Em breve um campo florido surgirá, trazendo cor e perfume para a sua vida.

Você ainda terá um ganho adicional… amigos e bons relacionamentos. Afinal, quem não se sente atraído pela beleza de um jardim florido? E com as pessoas vêm oportunidades,
e abertura na vida, e conforto, troca, carinho, amor. Não é tão difícil perceber que quando escolhemos olhar para o que de belo existe, atraímos mais beleza, e
vice-versa.

Assim, não siga a onda sombria que vem se espalhando, principalmente nos grandes centros urbanos, e que faz com que as pessoas obtenham um prazer mórbido em reclamar
da vida. Mesmo sabendo que dificuldades existem, alimente o que de belo existe ao seu redor. Aguce seu olhar, não é tão difícil encontrar coisas boas para falar
ou pensar.

Seja um ponto luminoso na escuridão de nossos dias e perceba que essa simples mudança de enfoque pode mudar não só a sua vida, mas a de muitos ao seu redor.
[Do livro: "Enquanto escorre o tempo",
de PATRÍCIA Gebrim.

pensamentos, histórias e metáforas sobre a vida, os relacionamentos e o
bem viver.

São Paulo, Pensamento, 2010]

 

SOLIDÃO 7 07UTC novembro 07UTC 2010

Filed under: Diversos,Textos — jairacoutinho @ 8:24 pm
Tags: , , , ,

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar,
passear ou fazer sexo… Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência
de entes queridos que não podem mais voltar… Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às
vezes, para realinhar os pensamentos… Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe
para que revejamos a nossa vida… Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado… Isto é
circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos
e procuramos em vão pela nossa alma…

Francisco Buarque de Holanda

 

A LIÇÃO DA BORBOLETA 14 14UTC outubro 14UTC 2010

Filed under: Diversos,Vídeos — jairacoutinho @ 9:08 pm
Tags: , , , , , ,
 

TERCEIRA INTELIGÊNCIA 11 11UTC outubro 11UTC 2010

> TERCEIRA INTELIGENCIA
>
> No iní­cio do século 20, o QI era a medida definitiva da
> inteligência humana. Só em meados da década de 90,a descoberta da
> inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um génio se
> não soubesse lidar com as emoções. A ciência começa o novo milénio com
> descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência
> espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser
> a chave para uma nova era no mundo dos negócios.
>
> DrªDanaZohar – Oxford
>
> No livro QS – Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a
> fí­sica e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto
> polémico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta
> os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua
> necessidade de encontrar um significado para a vida. Ela baseia seu
> trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco
> divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que
> está sendo chamado “Ponto de Deus” no cérebro, uma área que seria
> responsável pelas experiências espirituais das pessoas. O assunto é tão
> atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas
> americanas Neewsweek e Fortune. Afirma Dana: “A inteligência espiritual
> coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura
> espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente
> espiritual”.
>
> Aos 57 anos, Dana vive em Inglaterra com o marido, o psiquiatra
> Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada
> em fí­sica pela Universidade de Harvard, com pós-graduação no
> Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na
> universidade inglesa de Oxford. É autora de outros oito livros, entre
> eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para
> português. QS – Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas,
> incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada
> por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente
> espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho. Ela
> falou à EXAME em Porto Alegre durante o 300º Congresso Mundial de
> Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training
> and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suécia, em
> 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o
> mundo. Eis os principais trechos da entrevista:
>
>
> O que é inteligência espiritual?
> É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e
> experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os
> mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de
> usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido,
> adequado senso de finalidade e direcção pessoal. O QS aumenta nossos
> horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos
> impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido
> e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na
> vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão
> nortear nossas acções.
>
> De que modo essas pesquisas confirmam suas ideias sobre a
> terceira inteligência?
>
> Os cientistas descobriram que temos um “Ponto de Deus” no
> cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado
> e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experência espiritual.
> Tudo que influência a inteligência passa pelo cérebro e seus
> prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem
> realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou
> inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento
> associativo, afectado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o
> responsável pelo QE, ou inteligência emocional. Um terceiro tipo permite
> o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de
> regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos
> anteriores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência
> espiritual.
>
>
> Qual a diferença entre QE e QS?
>
> É o poder transformador. A inteligência emocional me permite
> julgar em que situação eu me encontro e me comportar
> apropriadamente dentro dos limites da situação. A inteligência
> espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação
> particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel
> Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções.
> Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver
> com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afectam
> minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve
> presente na história da humanidade.
>
> Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas
> espiritualmente inteligentes. Segundo ela, essas pessoas:
>
> 1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo
>
> 2. São levadas por valores. São idealistas
>
> 3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade
>
> 4. São holísticas
>
> 5. Celebram a diversidade
>
> 6. Têm independência
>
> 7. Perguntam sempre “por quê?”
>
> 8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo
>
>
> 9. Têm espontaneidade
>
>
> 10.Têm compaixão

 

FENG SHUI INTERIOR 5 05UTC outubro 05UTC 2010

 

Feng Shui Interior

A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização.
A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. A sala parace em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.
De acordo com o Feng Shui Interior, uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes – bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco das coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.
Para evitar tudo isso fique atento às oito regras para domar a bagunça.
1 – Jogue fora o jornal de ontem.
2 – Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.
3 – Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.
4 – Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.

5 – Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.

6 – Todo dia 30, por exemplo, faça uma limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, dê seu destino.

7 – Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu rítmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.

8 – Veja, abaixo, uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias. Conheça cada uma dessas ações para evitar a “crise energética pessoal”.
1 – Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo – descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
2 – Pensamentos obsessivos – pensar gasta energia e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao ser humano ocidental – torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
3 – Sentimentos tóxicos – choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia e a ansiedade descompassa a vida.
Por outro lado, os sentimentos positivos como a amizade, o amor, a confiança, a alegria, a auto-estiam, o desprendimento, a solidariedade e o bom humor recarregam as energias e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

4 – Fugir do presente – as energias são colocadas onde a atenção é focada. O ser humano tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam sua energia no passado.
Por outro lado, os sonhadores ou pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositam nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente.
E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão – perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica energeticamente obeso, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal – todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras gasta muita energia. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enégico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro – ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluimos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recerrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados – a bagunça afeta muito as pessoas causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio.
Não terminar as tarefas é outro escape de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe diz incoscientemente: você não me terminou!, você não me terminou! Isso gasta uma energia tremenda. Ou você o termina ou livre-se dele e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação fará com que você não invista em projetos que não serão concluidos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza – a natureza, nossa maior fonte de alimento enrgético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo.
Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo, reduzindo a proteção contra as energias negativas, aumentando o risco de sofrer vampirismo energético.
Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d´água para acalmar o ambiente, são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia.
Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local.
O ambiente faz a pessoa e vice-versa.

 

SINDROME DE BURNOUT EM PROFESSORES 4 04UTC outubro 04UTC 2010

 

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.